soneto da solidão—-alexandre cruz

às margens do Rio Negro

as aguas turvam passam

quebra à brisa o canto belo

da sereia que zomba de mim

solitário tal qual folha seca

ao vento levada sem rumo

hora mansa essa que choro

caminhos são muitos os meus

trabalho/ amigos/ cartas e beijos

nada mais me distrai

houve um passado feliz

queria ditar quem sabe o ‘replay’

o vídeo-tape dos momentos lindos

que junto de ti / meu amor/ passei

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